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quarta-feira, 27 de abril de 2011

Foi pra lá que eu fui...

Foi pra lá que eu fui: Morretes - PR - Rio Mãe Catira.



(Foto by LineLisni)





É pra lá que eu vou...


(foto by LineLisni)



É d'Oxum...

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Pra onde a enxurrada leva?

“Vai desabar água, algodão vai. Desabar agua pra lavar o que tem que limpar. Pra
lavar o que tem. Vai desabar água e é pro nosso bem.”

Pode parecer “egoísmo” meu, mas eu acho lindo o poder da Natureza que ainda supera tudo e todos.
As chuvas que tem ocorrido, eu não consigo ver de modo negativo, por mais que gere problemas no tráfego de veículos da grande cidade.
Por mais que algumas pessoas se firam, por mais que o caos pareça sobrevir...
Eu só consigo enxergar uma oportunidade imensa de limpar a cidade, de reciclar a agua que tanto poluímos.
Todos os problemas vem de um pensar menos, de subestimar a força natural.
Com tantas áreas capeadas, a agua que cai fica sem vazão. Com tantas áreas devastadas, a terra sofre erosão.

Não sei dizer se tem chovido mais.
Eu acho que tem chovido mais intensamente, um volume maior em menos tempo...
Tem sido mais intenso.

E acho que os problemas todos vem da tendência de “querermos” (bem entre aspas, porque eu sou uma das poucas que não quer isso) sistematizar,
Tornar-nos autômatos, deixar de sermos naturais...
Não concordo com as jornadas de trabalho tão extensas e sem flexibilidade.
Como não concordo com trabalhar tão distante da própria residência que boa parte da vida se passa em engarrafamentos.
Entendo que esse sistema se retroalimenta e, por isso, é tão difícil de quebra-lo ou simplesmente muda-lo.
Também entendo as pessoas que “preferem assim”, apesar de achar que elas preferem assim por não enxergarem outro modo...
Ou porque já pensam em todas as formas de burlar outros modos...


Mas estou decidida de que vou construir aquilo que projeto ser adequado pra mim...
E desejo que aqueles que projetam algo melhor pra si, desejo todo sucesso, tanto quanto desejo o meu.
Não sei se deixarei de me perguntar pelo que é que as pessoas trocam a qualidade de vida...
Mas com certeza, não ficarei parada para alguém resolver isso na minha vida por mim....
Vou fazer o que acho certo pra mim.

E desejo mais fortemente ainda que as pessoas que ficam com “problemas devido a chuva” consigam realmente enxergar onde estão os problemas.
Chover, acho que chove desde que a atmosfera se formou... ou seja, faz tanto tempo que fica até difícil medir quando foi que começou essa brincadeira de cair água do céu.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

No início...

No início deste ano eu fiz uns cursos interessantes com abordagem socioambiental.
Além de muitas coisas, tinha dança ciruclar pra começar e temrinar boa parte das aulas...
E uma das músicas era essa do video abaixo, mas cantávamos em Português.



"Voltando às origens!"

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Mudanças Climáticas - Uma visão metafísica

Desde setembro ou outubro de 2007 fico pensando que preciso escrever algo “ambiental” sob um ponto de vista diferenciado. Tanto protelei que acabou se tornando assunto do Blog Action Day, cuja proposta é Climate Changes - Mudanças Climáticas. Um texto ilustrativo... um "continho" para levantar discussão e questionamentos.

Quem é da área ambiental ou quem é bom observador sabe que está tudo integrado, então, prefiro escrever sobre Mudanças Ambientais. Afinal, mudanças de clima interferem no ambiente e mudanças no ambiente interferem no clima, é um sistema acoplado. Se não houvesse efeito estufa no princípio dos tempos quando a Terra era bem “novinha”, não haveria vida como temos hoje, poderia ter ocorrido, mas seria diferente. Então, efeito estufa na medida certa retém calor e umidade no planeta, criando um ambiente adequado para a vida como temos no presente. Gases que geram o efeito estufa podem ser de origem natural, por exemplo, advindos de vulcões e, podem ocorrer esses gases devido às ações antrópicas, principalmente nas atividades industriais e, depois, dos produtos industrializados, por exemplo, os carros que consomem combustíveis fósseis.

Dá pra perceber a cadeia aumentando? Tudo o que dizem ser “prejudicial”, assim é, devido ao exagero, ao acúmulo e à superprodução.

Devemos perceber e nos conscientizar que a Terra
por si é auto-sustentável, auto-reciclável: o que ela produz, ela reassimila transformando em outras “coisas” que serão, novamente, reassimiladas e transformadas novamente.

Para facilitar a visão e o entendimento, vamos “pular” a parte da “evolução passada” da vida e vamos para um mundo hipotético bastante parecido com o nosso, com o que conhecemos, mas com foco bastante simplificado, para não nos confundirmos com as complexidades. Neste mundo hipotético existem animais, vegetais e minerais, as criações humanas e os próprios humanos ficam de fora como observadores. Vemos: animais e plantas interagindo sobre o planeta, plantas como alimento de animais, animais como alimento de outros animais, os excrementos dos animais adubando o solo, ou até mesmo funcionando na dispersão de sementes para lugares mais distantes; os animais morrem e por ação de microrganismos, comumente bactérias – Ah, sim! Sempre acham que micróbios só servem para “incomodar” trazendo doenças, mas se não fossem eles trabalhando como usinas de reciclagem, o mundo seria puro lixo acumulado. – que têm por função ou trabalho decompor a matéria em partículas ou moléculas que serão reaproveitadas como nutrientes pelas plantas!

Isso foi bem simples de enxergar? Mas já mostra uma teia complexa das interconexões na Terra. De certa forma, foi tudo simples, natural, “
produzido pela Terra” e os organismos, as vidas têm noção de seu papel e vão realizando, trabalhando, cada um na sua função, ninguém é melhor nem pior do que ninguém, cada um sabe a imensa importância que tem na manutenção da vida, na sustentabilidade.

Além de ciclos biológicos, temos outros ciclos, ou trabalhos que são realizados na Terra para que “tudo aconteça como tem que acontecer” perpetuando a vida. Em algumas épocas, num mesmo ano ou volta da Terra em torno do Sol – É, ainda não havia falado sobre ele, mas sem ele também não teríamos vida como conhecemos, é ele quem dá energia para as plantas e as algas crescerem e combinarem os nutrientes do solo e virarem plantas e algas (biomassa). Nestes aumentos ou diminuições de temperaturas anuais – que ocorrem porque às vezes a Terra faz dança de roda mais perto ou mais longe do Sol – as folhas caem e de novo entram os microrganismos em ação para reciclar e retornar nutrientes ao solo que poderão ser usados pela mesma planta ou por outras; depois vem a fase das flores que além de enfeitarem, servem para as abelhas, borboletas e beija-flores passarem por ali e “pegarem pólen” e ao irem para outras plantas os polens de diversas flores “se juntam” e produzem frutos que servem de alimento para diversos animais e produzem sementes que darão origem a outras plantas... Por isso tem tantas plantas por aí e, olha que já existiram muito mais!!!



Além desses movimentos de roda, a Terra vira cambalhota, é algo que ninguém vê, mas muitos cientistas já falaram sobre inversão polar: bem simples, transforma o pólo sul em norte e o pólo norte em sul!

– Ein?

Imaginemos que o norte é a cabeça da Terra (normalmente acham que é mesmo) e que os pés seriam o pólo sul... Aí, a Terra resolve virar cambalhota ou “andar de bananeira”, com os pés para cima e a cabeça para baixo. Isso provoca imensas mudanças, afinal, ninguém consegue ficar andando assim o tempo todo... Claro, que como a Terra não tem pé e nem cabeça, para ela tanto faz... Mas as pessoas ficam meio desorientadas com isso, não só as pessoas, mas também os animais e tudo mais, inclusive os minerais. – Ah, sim! Estes que são importantes para justificar que às vezes, a terra vira cambalhotas, porque a orientação magnética (norte-sul) acaba ficando registrada nas camadas de solo que vão sendo compactadas e armazenadas ao logo do tempo. Isso já aconteceu antes e sempre pode estar acontecendo de novo... E lá vai mais uma mudança natural da terra.


Agora, vamos colocar a humanidade, esses seres tão criativos que tudo transformam e tudo mudam de acordo com sua vontade. As pessoas ficam misturando tudo e recriando à sua visão, descobrem muitas coisas além do que foi contado, descobriram recursos s
ob o solo, sob as pedras, em vários lugares... É, seres humanos são muito curiosos e criativos e foram inventando coisas a partir da modificação das “coisas da Terra”... Aí, chegou o problema, aquilo que os seres humanos criaram não foi a Terra que criou... Por isso, ela não consegue reassimilar, reciclar e nem os organismos todos que vivem na Terra sabem o que fazer com essas criações dos seres humanos... Só quem pode fazer isso, quem tem condições de fazer isso é a própria humanidade... E essas criações geraram mudanças além das que a Terra estava acostumada.



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Leitura metafísica


Metafísica é uma visão humana, uma visão que “extrapolar”, vai além do físico que foi contado na historinha anterior.

Mudanças ambientais refletem/refletiram/refletirão mudanças pessoais!

– Ein?

Se considerarmos os elementos terra, água, ar e fogo teremos respectivamente as seguintes correspondências: matéria/concretude/molécula, emoções/sentimentos/sensações, pensamentos/mente/idéias e espírito/energia/calor/luz. Conseguiram projetar ou visualizar alguma coisa?

Pois, se não conseguiram vou facilitar (ou induzir, quem sabe?!).
Lembram de como foi muito divulgada a notícia do buraco da camada de ozônio gerada por gases clorofluorcarbonados (CFCs) e esse buraco faria com que a incidência dos raios solares, transformaria o Sol de amigo para inimigo de todos? Isso gerou um documento internacional. E depois dos gases de efeito estufa oriundo da queima de combustíveis fósseis (fósseis já forma vida!) poluindo o ar (ou a mente?!). Veio o protocolo de Quioto que até hoje gera polêmica.

Outro problema ambiental que anda em destaque atualmente são os resíduos sólidos ou lixo, para quem preferir, pois é... De onde vem tudo o que produzimos e consumimos? É tudo matéria, a matéria-prima é o que vem do solo, das rochas, os materiais (a terra?!).

Mais um: qual tem sido o maior “medo” de que algo desapareça? Um recurso que antes não recebia muita importância, que foi destratado e que anda imensamente poluído. E sem ela não há vida! É a água (emoções/sentimentos?!) que anda em alta, têm ocorrido muitas negociações e estudos a respeito dela... Dizem até que ela será motivo de conflitos (acho que já foi e continua sendo)... a falta de água, a poluição... E vai faltar água? Com tanto mar, com oceanos imensos, geleiras derretendo, os rios, aqüíferos? Com a reciclagem da água pelo ciclo hidrológico (mais um ciclo!)... É, a água não vai acabar! O imenso problema está na qualidade da água. É bom que pensemos na qualidade da água metafísica.

E o calor? E o frio? Só o que as pessoas percebem em todo canto é o clima? Ou só começam a se ligar por causa do clima? As mudanças climáticas que gerarão mudanças ambientais, certamente... O calor pode vir de dentro e extravasar (vulcões em erupção que por vezes geram terremotos e maremotos) e ainda pode vir de fora, com o Sol.
As mudanças ambientais requerem mudança na humanidade. Não sei se listar o que é certo e o que é errado fazer ou um “manual de comportamento para as mudanças ambientais” serviriam de alguma coisa, afinal, temos protocolos e leis que vivem sendo quebrados.
Acredito que só consciência pode mudar algo. Consciência dos atos, das reações às ações. É a coisa mais simples de se obter e, parece que tem sido a meta mais complexa para a humanidade!

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Não dorme, mas sonha e fala


Para dia mundial do meio ambiente... ela não dorme, mas sonha e fala:

-- Onde estou quase não posso ouvir o que a natureza tem a dizer. Tendo que aprender a decifrar esses outros códigos, sinais, todas essas outras vozes, antes que Ela grite e se revolte para que a ouçam.

E como toda mãe, ela não gritará por si, mas por vocês, por nós, seus filhos. Até que ponto outros assuntos serão mais importantes? Onde a matéria que não é vida terá mais atenção que a matéria da vida.


E a vida que ela lhe deu, como você vive? Espero que bem, pois senão, não haveria porque viver .




Ando sem muitas coisas a dizer, relfexões que nem sempre chegam até aqui... Mas a roda continua girando... e como gira. E assim segue a vida.


Fonte1: Sofá da Sala Notícias
Fonte2:
Olhar Ecológico

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Gaia dando cambalhotas

Ontem fui dormir (não dormi, na verdade, mas por outros motivos) pensando se quando Gaia (Planeta Terra) dá cambalhotas, será que as estações do ano mudam de dia? Como ficam os Solstícios de Inverno e Verão e os Equinócios de Outono e Primavera?!

São umas perguntinhas bobas, entre outras que às vezes passam pela minha cabeça....

Já pararam pra pensar (mesmo que em termos geológicos) que bagunça isso causa no ambiente, nas pessoas...nas mudanças ambientais globais?
Isso sem levar em conta as "energias magnéticas".... os pólos....

É... estou filosofando mesmo.... Sofiar é comigo mesma!

sábado, 7 de junho de 2008

Plenitude gerando serenidade

Enxergando e construindo o mundo da plenitude à serenidade e da serenidade à plenitude...

É incrível a sensação de plenitude quando expressamos tudo aquilo que queremos, quando nos vemos compreendidos, quando despertamos interesse e quando despertamos pessoas, ou melhor quando vemos as pessoas despertarem.



Tem sido muito gratificante a experiência de trabalhar com a Educação Ambiental de forma participativa, por ver o interesse das pessoas num assunto que me gratifica pelo simples fato de existir. Afinal, minha visão de educação ambiental é o resgate da educação, de uma ação, da ação conjunta na contrução do mundo....
Cada um tem a visão que quer...
Mas essa é minha visão particular: Vejo a Educação Ambiental uma forma de despertar consciências sobre a responsabilidade de cada um na construção de seu mundo. Por isso é uma construção desde o pessoal ao social, desde indivíduo ao coletivo. É um poderoso instrumento de formação e transformação...
É uma ação onde todos podem e devem particiapar/atuar.
É uma voz que tem espaço para ser ouvida cada dia mais.
É uma consicência para a ação.
É uma ação para a transformação.
É uma transformação para criação.
É um construir consciente...
Afinal, você é parte do ambiente e o ambiente é parte de você.
Você o constrói e ele lhe constrói.
É interação... é ação entre cada um.
E concluo que é realmente gratificante trabalhar naquilo que gostamos e acreditamos... É um propósito de vida... é construir a vida... é responsabilidade com a vida.

terça-feira, 22 de abril de 2008

Aos filhos de Gaia



Também pelo Dia da Terra escrevo. Este planeta que carinhosamente chamo de Gaia assim como os gregos (aqueles lá de onde surgiu praticamente toda nossa cultura ocidental).


O movimento todo de preocupações com o planeta em que vivemos - nossa "casa" e nossa "grande mãe" (tudo o que constitui vida na Terra é filho dela), e até para alguns nossa "grande nave" (pois é, tudo depende da abordagem filosófica ou ideológica) - surgiu lá pelos anos 70, muitos documentos foram assinados, diversos movimentos foram iniciados e é dada sequência ainda hoje e inclusive foi escrita uma Carta da Terra .



Esta, constitui-se de uma declaração de como seria "construída" a Terra para o século 21. Onde pontos que levantamos frequentemente aqui no blog são colocados e o mais interessante é que os colocamos por experiência própria e não por termos lido a carta ou a "decorado". Ou seja, com um pouco de reflexão é possível perceber e construir vidas melhores, é só termos consciência de que a Terra é o meio compartilhado por todos nós, é praticamente o denominador comum de todos os homens (em destaque porque são estes os que mais intereferem na natureza terrena), é dos recursos que Gaia levou Eras Geológicas que obtemos tudo, portanto deve-se administrar a exploração e o uso.


Além da parcela Ecológica-Econômica não devemos deixar de lado, de forma alguma aqueles que compartilham esse meio, não adianta ser ecoloógicamente correto e humanamente muito errado.

É necessário despertar a consciência e a sensibilidade em todos para percebemos que todos somos responsáveis pelo mundo que construimos.


Afinal, constituimos este todo.


Imagens dos sites:
1. http://aura.gaia.com/photos/3/25650/large/Gaia.jpg
2. http://www.ocean.fsu.edu/courses/sp021001-6/gaia_statue.jpg
3. http://www.geocities.com/rainforest/vines/1320/gaia_birth.jpg


Curiosidade:
Uma Carta da Terra para Crinaças:
http://www.cartadaterra.org/pdf/CTparacriancasNAIA.pdf

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Água Plástica?! Por que?

Faz alguns dias que ando com a intenção de escrever sobre a água, mais uma vez, ela: A ÁGUA!

Não andava inspirada para explicar o que eu queria sobre a água, afinal, as coisas que escrevo, nem todos entendem... Mas aqui é um lugar pra pensar e colocar pra fora, portanto, assim o farei.

O que penso sobre ativistas? Como o que fez isso aí da foto lá na Europa... Ativistas querem chamar a atenção para alguma coisa. Que coisa é essa? Não sei o que se passa na cabeça deles ou desse especificamente. Sei o que passa na minha, ou seja, aqui colocarei minha leitura subjetiva do ato feito.

A água é um elemento bastante importante para a vida, sem água, não existimos. Nem nós seres humanos, nem nada vivo... Inclusive o tal petróleo que parece que vale tanto, mas não esqueçam que o petróleo é um recurso não renovável dado o enorme período de tempo para que ele seja "produzido" na natureza. O petróleo é um combustível fóssil. Por sua vez, fóssil é o que restou depois de eras geológicas passadas de organismos de eras geológicas passadas. Juntando tudo, até o petróleo precisa da água para ser produzido. Portanto, a água é importante para a vida.

Isso que explanei de forma bem simples, muitas pessoas sabem. Sabe-se, também que é possível criar água em laboratório e que também é possível dessalinizar água salgada para que esta sirva ao consumo não só humano como de plantas e animais, mas além de sair cara é ARTIFICIAL.

Mais um pouco de "água indireta": todo alimento contém água! O Brasil exporta muitos alimentos, portanto, exporta muita água. Ou seja, brasileiros, comecem a valorizar o que é seu!!!! O mundo inteiro dá mais valor ao Brasil que o prórpio brasileiro e isso é vergonhoso! Não estou falando de orgulho político, não estou falando de bandeiras ou fronteiras, mas simplesmente: DÊEM VALOR AO QUE TÊM! E AGRADEÇAM AO QUE TÊM. Nada é perfeito, por isso, é necessário dar valor ao que merece. Até já foi cantado: "Moro num país tropical, abençoado porDeus e bonito por natureza."

Vamos agora abordar a água como elemento de culturas tradicionais, como elemento mítico e demais. Em muitas comunidades tradicionais (existem estudos antropológicos sobre o assunto) a água representa o ser "feminino", aquele que "gera", os sentimentos. No tarô, para quem gosta do assunto, as COPAS têm a mesma representação.... O baralho tradicional, aquele de se jogar buraco, pôquer ou qualquer coisa, tem como símbolo o coração... Pois é, viagem à parte minha... Mas precisava fazer toda essa abordagem para poder justificar a minha leitura subjetiva do ato das "bolinhas plásticas na fonte".

Bolinhas plásticas na fonte criada pelo homem, tida como objeto de arte - criação humana - ou colorações artificiais nas águas, acabam me fazendo ler que os sentimentos humanos andam bastante "plásticos", criados de forma não natural, bastante artificiais, deixando de ser natural.

O ser humano tem livre arbítrio para agir.(tirando os fatores culturais de dominação, que nestes não tenho como interferir, a humanidade tem que evoluir. Se o cara que é lembrado até hoje, não conseguiu, imagina eu, reles mortal). O ser humano traça seu caminho, ultrapaça obstáculos e se desenvolve, mas a parte simples da vida, parece que tem ficado pra trás... Bem aquela parte do "Amai-vos uns aos outros como eu vos amei"... O ativista está mostrando como é que isto está acontecendo: com bolinhas plásticas e não com água límpida.
Sou humana e cometo erros. Não sou santa. Essa foi só uma leitura bastante pessoal de um evento que aconteceu bem longe e que há dias batia na minha cabeça para ser abordado.
E lembrando que amor é algo que se dá, sem nada esperar em troca, é um ato de dentro pra fora e não de fora pra dentro.

P.S.: Acabei de lembrar que a Kel escreveu definições e algo sobre amor no blog dela.

(Imagens: UOL)

sábado, 1 de dezembro de 2007

We are the world

gpp
Ontem fui ao Teatro Municipal de Rio Grande com a Mari e lá encontrei mais alguns amigos.


Fomos assistir a uma peça que foi bem interessante, não só no assunto lidado, como também com os elementos reunidos.
Teve teatro, dança e música. Foi muito bom!

Uma das coisas interessantes foi a música que tocou com o pessoal da dança: We are the world.

Lembro dessa música da minha infância. E foi interessante o comentário do meu amigo Law Tissot a respeito dela.

Mas o nome da música fala por si só: Nós somos o mundo!

Aproveitando o espaço público, vou registrar algo que não sei se alguém já disse por aí. Mas registro a autoria da inspiração e a data de publicação, já que escrever isso eu já havia escrito há algum tempo.


"Respeitar o meio ambiente é respeitar a si mesmo e ao próximo."
"Respect for the environment is to respect yourself and the next one."

É algo óbvio, mas pelo que vemos por aí, acho qe teve gente que esqueceu de algo tão simples.

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Joaninha, casa da mãe!

Essa eu precisava contar...
Nada como estar em casa de mamãe bem protegida e com muito amor e cuidados.
E de repente me deparar com uma joaninha no meu quarto! O que dividimos, meu irmão e eu.
Lá estava a joaninha, no quarto, em casa no centro de uma metrópole!!!
E tem gente que acha que só existe fumaça e gente correndo por aí...
Não deixa de ser verdade que isso existe, mas tudo depende de como agimos e como olhamos as coisas.

Como a joaninha estava perdida, dentro do meu quarto, num apartamento e como estou com "meu jardim suspenso" do lado de fora, peguei o insetinho redondo de asa colorida (não era a clássica vermelha, era pretinha com manchinas amarelas... inclusive é uma das características taxonômicas para destinguir espécies) e a deixei no manjericão. Tentei deixá-la nas flores que estavam dentro de casa, mas acho mesmo é que ela queria liberdade e vento pra sair voando.

terça-feira, 16 de outubro de 2007